quinta-feira, 21 de julho de 2016

Disfunção erétil: fatores de risco e diagnóstico

Revolução no tratamento da disfunção erétil


A disfunção sexual no homem tem um grande significado médico e social. Para se ter uma ideia, conforme estudo realizado por um grupo de pesquisadores de Minas Gerais, 45% dos homens brasileiros têm algum tipo de disfunção sexual, seja déficit de ereção, falta de rigidez peniana, ejaculação precoce ou perda da libido.

Quando surgiram as novas medicações para tratar a impotência, passou-se a discutir abertamente o problema vinculado à disfunção sexual no homem. Muitos homens eram impotentes, mas ocultavam o fato. Essa postura mudou depois do lançamento desses medicamentos. Em geral, toda a sociedade passou a discutir mais a disfunção sexual, assim, o enorme contingente de homens que apresentam o problema aflorou. Na maioria das vezes, o sujeito que consome Viagra, Cialis ou Levitra consegue melhorar seu desempenho sexual.

Fatores de risco associados à disfunção erétil


Como os referidos remédios agem em todas as causas da disfunção erétil, houve um desinteresse médico em descobrir qual é a causa exata do problema em cada indivíduo. No entanto, existem fatores de risco que aumentam a chance do indivíduo se tornar impotente.

Diabéticos e fumantes têm mais chance de desenvolver disfunções sexuais. Outro fator de risco é a chamada apneia do sono, as pessoas com este problema têm a respiração interrompida enquanto estão dormindo. Trata-se de um transtorno comum e manifestado por grande parte da população.

O terceiro grupo de homens propensos à disfunção erétil é composto por indivíduos hipertensos ou que tenham coronariopatia. Outro problema que amplia o risco é a hipertensão arterial. Se, no momento em que se tornar hipertenso, o indivíduo controlar bem a pressão, ele terá menos riscos de desenvolver uma disfunção sexual.

Influência dos fatores emocionais, como ansiedade e estresse


A ansiedade e o estresse são fatores que também podem contribuir para o aparecimento de disfunções sexuais. Trata-se de fatores relacionados à insegurança e que têm maior peso sobre os jovens. Todavia, todo homem que tenha disfunção sexual, mesmo aquela motivada por causas orgânicas, acabam desenvolvendo componentes psicológicos.

Ingestão de álcool e disfunção erétil


A ingestão de álcool exerce uma dupla ação no organismo. Se o consumo for social e controlado, o álcool pode até ajudar, pois a bebida causa um relaxamento. Por outro lado, o uso abusivo é um dos fatores importantes para produzir a disfunção sexual. O indivíduo que toma álcool em excesso tem até 3 vezes mais chances de se tornar um impotente sexual.

Diagnóstico da disfunção erétil


O diagnóstico da disfunção erétil não é mais um desafio. Na verdade, 40% dos homens apresentam o problema por conta de problemas vasculares (artérias obstruídas), enquanto outros 30% dos casos se devem ao diabetes. Curiosamente, 20% dos homens desenvolvem a disfunção erétil em virtude do uso de medicamentos que exibem a disfunção sexual como um dos possíveis efeitos colaterais.

Uso recreativo das medicações para ereção


O consumo descontrolado das medicações que estimulam a ereção pode causar problemas. Esses remédios podem alterar a pressão, produzir outros sintomas no organismo e gerar dependência psicológica, correndo o risco até de não obter uma ereção por conta disso.

Referências:


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